O jogador mais tóxico do poker? Catimba ou estratégia?

O Martin Kabrhel deu o que falar no EPT Praga, em 2022. Logo na bolha do torneio, ele mandou um slow-roll pesado em cima do Ramon Colilas, que acabou sendo o último a cair sem levar nada.


Ele passou o evento inteiro alfinetando a mesa, fazendo teatrinho e tentando desestabilizar os adversários no psicológico. Gostando ou não, o estilo falastrão e agressivo funcionou. Abrindo mãos bem fora do padrão, tipo 73 off, ele juntou uma muralha de fichas e eliminou nomes como o brasileiro Rodrigo Seluan e o argentino Lococo.



Muita gente acha essa postura uma chateação e falta de ética no poker ao vivo. Mas também tem quem veja como um mind game válido pra forçar o erro do outro.

E você, acha que isso passa do ponto ou faz parte do jogo?


Estou me segurando pra dizer o que penso de jogadores que agem dessa forma, mas quero debater mais com vocês sobre o assunto logo aqui abaixo, nos comentários. 🤬👇🏼

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Comentários 3

Ele tenta entrar na mente dos adversários hehe

1 respostas
Brasil Pape Especialista
Especialista

Ele simulou muita confiança, e isso foi sua proteção. Quando ele tinha uma mão forte, os outros jogadores não acreditaram. O fator sorte ajudou ele, porque as mãos fracas que ele jogou, formaram mãos fortes no board e foi isso que confundiu a leitura dos oponentes. Conseguiu extrair muito valor de sua imagem na mesa.

Brasil Pape Especialista
Especialista

Recebi um dislike na publicação, deve ser porque o indivíduo acredite que estou expondo a estratégia dele. Como se isso que comentei, fosse alguma novidade. 


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