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Fala, pessoal! Como tivemos problemas técnicos com o nosso torneio na GG Poker no último dia 26/06, preparamos este Torneio Especial de Recompensa na PokerStars para ninguém ficar de fora da ação!

📅 Data: 01/07 (Quarta-feira) às 20h
♠️ Formato: NL Hold’em
💸 Buy-in: Gratuito (Freeroll)
💰 Premiação Total: R$ 850,00
🏆 Distribuição da Premiação (Mesa Final - 9 Jogadores):
🥇 1° lugar - R$ 255,00
🥈 2º lugar - R$ 170,00
🥉 3º lugar - R$ 127,50
4° lugar - R$ 85,00
5° lugar - R$ 76,50
6° lugar - R$ 51,00
7° lugar - R$ 42,50
8° lugar - R$ 25,50
9° lugar - R$ 17,00
✅ Como garantir sua vaga (Regras obrigatórias) Para participar, siga o passo a passo:
1️⃣ Crie sua conta no PokerStars Se ainda não tiver, utilize o link abaixo para se cadastrar: [link]
2️⃣ Crie sua conta em cardmates.com.br
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Escreva seu nick do PokerStars nos comentários para que possamos aprovar sua entrada no clube.
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- Club ID: 4955766
- Invitation: TamosJuntos
⚠️ Importante: Somente serão aprovados no clube os jogadores que deixarem o nick correto nos comentários.
GL
Caio Brick: o que separa o amador do profissional no poker online
Saiu o primeiro episódio do Cardmates Showdown e a gente não foi atrás de convidado de vitrine. Caio Brick comanda a Prime Poker Team, é campeão de SCOOP, e passou 34 minutos falando de coisa que stable nenhuma costuma dizer em público. Nada de "siga seus sonhos". Foi sobre o que dá certo, o que quebra o jogador, e por que a maioria que tenta virar pro não chega lá.
Seu gráfico no SharkScope importa menos do que você pensa
Esse foi o ponto que mais surpreende. A Prime tem 8 anos formando profissional e, pra contratar, não exige histórico no SharkScope. Nem lucro. Caio foi direto: o cara pode não ter ranking, pode não ter resultado, não tem problema. O que a Prime quer é tempo disponível e vontade real de fazer disso uma carreira.
O que ela recusa é o que ele chama de "aventureiro", o cara que se inscreve pra "ver no que dá, se der ótimo, se não der, paciência". Esse perfil não passa. O contrato mínimo é de um ano e tem jogador no time há seis anos e meio.
Pra quem sonha em entrar num time, é boa e má notícia ao mesmo tempo. Você não precisa de gráfico bonito. Precisa parar de tratar poker como passatempo.
O erro que derruba quase todo mundo que tenta
Falta de foco. Caio tem um sócio que não é do poker, é médico ortopedista, e usou ele como exemplo: você fica vendo série na sua cirurgia? Fica no WhatsApp no meio de uma operação? Não. Então por que o jogador senta com dez telas abertas, que exigem atenção total, com o seriado rolando do lado e o amigo mandando áudio?
Ele contou a própria história sem maquiar. No começo, depois de abrir o time, voltou a morar com os pais, quebrado. Jogava de pijama, perna pra cima, com um litro de Coca-Cola na mesa. Até cair a ficha. Os pais perguntavam se ele não ia "se divertir um pouco", e a resposta dele virou o resumo do episódio: "Eu não tô me divertindo. Isso aqui é uma profissão." E o fecho: "Para ser encarado como profissional, você tem que se portar como um profissional."
Óbvio no papel. Raríssimo na mesa.
O título de 11 dólares que virou 14 mil
A virada de chave da carreira dele foi um SCOOP cravado num torneio de buy-in de 11 dólares que pagou 14 mil. E o detalhe que vale ouvir: o que mudou a cabeça dele não foi a grana. Foi o simbolismo de cravar um título difícil e, principalmente, a segurança que aquilo trouxe.
O gráfico dele era lateralizado até ali. Depois daquele resultado, subida íngreme, quase sem variância. A leitura honesta que ele faz é que, com uma "gordura" pra te defender nos períodos ruins, você bota a cara mais, arrisca mais, joga mais solto. Sem essa defesa, ele teria que voltar várias casas e recomeçar a vida em outra área. Era cartada importante, não hobby.
"O poker online tá morrendo por causa de bot"? Nem perto
Pergunta clássica de quem ainda não começou. A resposta do Caio foi seca: quem fica procurando dificuldade pra não começar, não começa, e já entra errado.
Sobre bot, ele não fugiu. Disse que, como em qualquer área online, existe quem tenta hackear, e provavelmente existe bot em algum site. Mas a influência disso num jogador profissional ganhador é praticamente zero. O motivo é técnico: bot joga a teoria perfeita, e teoria perfeita não basta. O edge está em ler o gabarito do adversário e adaptar. O bot sabe como a teoria joga, não sabe como você joga. Some a isso um torneio com 10, 15, 20 mil pessoas e a conta fica clara.
Inclusive ele tem mais receio do ao vivo do que do online, se não for em casa conhecida, embora hoje a federação leve a sério (ele já carteou, viu de perto). E deixou o recado: não dá pra terceirizar a culpa. Perdeu, foi "baralho armado", foi "bot". Não. Foi o jogador querendo sair isento.
Dá pra virar pro trabalhando de CLT?
Sim, e ele tratou isso com realidade, não com discurso. A carreira do jogador é feita por etapas. Quase todo mundo começa dividindo: CLT ou MEI de um lado, poker do outro. Isso é quase regra, não exceção.
O problema é que dividir atenção tem prazo de validade. Conforme você sobe de buy-in, joga contra gente mais difícil, e chega um momento em que precisa decidir. A comparação que ele usou foi futebol: na série C dá pra ser jogador e personal trainer ao mesmo tempo. Na série A é impossível. Pra dar o salto, o ideal é ter uma reserva que sustente um a dois anos.
A parte chata que faz diferença: warm-up e marcar as mãos
Aqui está o ouro prático, e ele entregou com a ressalva "faça o que eu digo, não o que eu faço", já que hoje vive mais da gestão do time do que do grind.
Warm-up não é frescura. A analogia de novo foi futebol: ninguém entra em campo sem aquecer, e no poker você aquece a mente antes de uma sessão que pode durar 8, 10, 14 horas. Não sabe o que fazer? Revê uma mão que marcou, assiste um vídeo técnico, liga 15 minutos pra um amigo discutir uma mão de ontem. Qualquer coisa que ponha o cérebro pra trabalhar.
O conselho que ele mais bateu na tecla: marque as mãos durante o grind e reveja no dia seguinte, antes de jogar. Sem software, sem GTO Wizard, só olhando. Segundo ele, você não faz ideia da quantidade de erro que vai pegar sozinho.
E o resto não é balela. Acordou mal, cansado, dormiu pouco? "Não tá bem? Não grinda, velho." Quem tem rotina organizada consegue se dar esse luxo. Pra MTT, ele fechou com uma dica que muita gente ignora: monte a grade de torneios antes e respeite seu limite de mesas, em vez de sair registrando no impulso e estourar pra dez telas quando o seu teto é cinco.
Vale o play?
Se você tá travado no micro e cansou de ouvir papo motivacional, esse episódio é o contrário disso. Caio não vende curso. Fala de foco, gordura financeira, leitura de adversário e a chatice de marcar mão no dia seguinte. É o tipo de conversa que normalmente fica entre quem já está dentro.
Ouça no Spotify: https://open.spotify.com/episode/7bOgFFxGOiWLPXchMerRZY
Assista no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=ANgMPRXLedY
Acompanhe o Caio em @caiobrick e a Prime Poker Team em @primepokerteam.
Boa noite, pessoal.
Eu sou um apaixonado por cash game, foi assim que aprendi a jogar poker e o prefiro por diversas vantagens, principalmente a mobilidade, saio quando quero e principalmente quando preciso.
Pra quem joga cash game, fica a pergunta: vocês preferem mesas 6-max ou 9-max?

Eu acho que cada formato tem suas vantagens.
6-max costuma ser mais dinâmico. Como os blinds chegam mais rápido e há menos jogadores, é preciso abrir mais mãos, defender mais os blinds e lidar com situações marginais com mais frequência. É um formato que exige bastante pós-flop e costuma agradar quem gosta de ação.
Já o 9-max permite um jogo mais paciente. A seleção de mãos iniciais ganha ainda mais importância, há menos confrontos marginais e, na minha opinião, é um ótimo ambiente para quem valoriza disciplina e espera por spots mais favoráveis.
No fim das contas, nenhum é “melhor”. Depende muito do seu estilo. Tem jogador que rende muito mais pressionando o tempo todo no 6-max, enquanto outros conseguem extrair mais valor jogando um poker sólido no 9-max.
E vocês? Preferem 6 ou 9 jogadores? E, mais importante: por quê?

Tá rolando um burburim na internet sobre o alemão que previu que o Brasil vai ser eliminado pelo Japão nessa copa. Sinceramente, acredito que isso é improvável, não impossível é claro, mas seria um evento muito difícil de acontecer.
O Japão evoluiu seu futebol?
Sim.
Não a ponto de tirar o Brasil da copa.
O nome do alemão profeta secador é Joachim Klement.
Pra quem não conhece, o cara é um economista alemão que virou uma espécie de "guru" do futebol porque o modelo estatístico dele simplesmente acertou o campeão de todas as Copas desde 2014. O bicho não chuta, ele calcula. 🤯 E adivinha o prognóstico dele? Ele cravou que o Brasil vai ser eliminado pelo Japão! 🇧🇷🇯🇵 Dá um gelo na barriga porque o histórico do cara é bizarro, mas estatística também falha, né?
E inclusive disse que a Holanda é a seleção que será a campeã dessa copa. Eu consultei as seleções favoritas e a França aparece como favorita, o Brasil está na quinta colocação por enquanto. E não podemos esquecer da Espanha, Inglaterra e a Argentina.
Agora, eu quero só ver a cara desse alemão se o Brasil vencer o Japão, Qual será a explicação ou desculpa que ele vai dar se a previsão matemática dele não se confirmar.
O que, afinal, buscamos quando nos sentamos à uma mesa verde, cercados por fantasmas matemáticos e pela cruel aleatoriedade de um baralho recém-embaralhado, implorando por "dicas" para domar o indomável? Quando você me pede conselhos sobre a transição do espartano Texas Hold'em para as orgias combinatórias do Pot Limit Omaha de quatro, cinco e seis cartas, não estaria você, no fundo, me pedindo uma ilusão de controle frente ao abismo da variância? O Hold'em, com suas parcas duas cartas ocultas, já não seria um labirinto psicológico profundo o suficiente para consumir a sanidade de um homem ao longo de uma vida inteira? Por que a mente humana, não satisfeita com a incerteza de lidar com duas variáveis desconhecidas, exige quatro, cinco ou até seis cartas nas mãos, acelerando a sua própria vertigem rumo ao caos absoluto? Acaso a adição de mais cartas nos aproxima de uma verdade matemática mais cristalina, ou apenas espessa a névoa da nossa própria arrogância de achar que podemos prever o futuro lendo pedaços de papel pintado? Se o Texas Hold'em é a arte de extrair o máximo do mínimo, de fazer com que o silêncio de duas cartas grite mais alto que as palavras do oponente, o que seriam as variantes do Omaha senão um banquete dionisíaco onde a excessiva fartura de possibilidades nos cega irremediavelmente para a fome fundamental da vitória? Para compreender a essência do que difere o Hold'em do PLO, talvez precisemos fazer um desvio pelas prateleiras poeirentas da filosofia, especificamente mergulhando no conceito de angústia formulado por Søren Kierkegaard em sua obra "O Conceito de Angústia", de 1844. Kierkegaard nos diz que a angústia é a vertigem da liberdade, o estado psicológico que precede a escolha quando nos deparamos com o peso de infinitas possibilidades. No Hold'em, sua liberdade é restrita, quase reconfortante em sua limitação; você recebe um par de Ases e o universo parece lhe sorrir com um propósito claro, uma diretriz cartesiana inabalável. Mas o que acontece quando você transita para o PLO6 e olha para as suas mãos apenas para encontrar seis cartas interconectadas, formando inúmeros pares, projetos de sequência e múltiplas possibilidades de flush? A vertigem se instala, não é mesmo? A miríade de permutações possíveis para combinar exatamente duas das suas seis cartas com três das cinco cartas comunitárias cria uma paralisia existencial. O jogador inexperiente celebra a posse de tantas cartas bonitas, mas o sábio socrático perguntaria: ter mais opções de escolha é, de fato, uma vantagem tática, ou é apenas um convite para cometer erros mais complexos e dispendiosos? Será que Kierkegaard, se pudesse sentar-se em uma mesa de cash game de PLO5, não riria da nossa tentativa vã de aplicar a razão pura em um ambiente onde a própria abundância de liberdade se converte na nossa escravidão perante as probabilidades matemáticas? E até que ponto a filosofia dinamarquesa do século XIX sobrevive ao teste de um river que destrói o seu "nut straight" com um "runner-runner flush"? E se tentarmos analisar essa evolução do jogo pelas lentes da música ocidental, que outras perguntas perturbadoras emergem? Imagine o Texas Hold'em como um canto gregoriano ou, na melhor das hipóteses, uma sonata monofônica onde a melodia principal — as suas duas cartas — canta de forma clara e isolada sobre a textura do bordo. Um bordo seco no Hold'em, digamos um Rei, Sete e Dois de naipes diferentes, permite que a sua melodia seja ouvida sem grandes interferências harmônicas. Mas quando passamos para o PLO4, e logo para o PLO5 e PLO6, a textura do jogo se metamorfoseia na polifonia densa e intrincada de Johann Sebastian Bach, talvez refletida na complexidade de "O Cravo Bem Temperado" de 1722. No Omaha, cada carta que você segura é uma voz independente em uma fuga a quatro, cinco ou seis vozes, e o bordo não é mais um pano de fundo estático, mas sim uma orquestra inteira respondendo em contraponto. Um "wrap" — aquele projeto de sequência com treze, dezessete ou até vinte outs — não seria o equivalente a uma dissonância jazzística clamando por uma resolução no turn ou no river? Como você espera reger uma orquestra de PLO6 se continua prestando atenção apenas à voz do soprano, ignorando o baixo contínuo que o seu oponente está pacientemente construindo? Mas, novamente, questiono a minha própria metáfora: a música de Bach é baseada em regras matemáticas divinas e imutáveis da harmonia, enquanto no carteado a harmonia que você constrói no flop pode ser brutalmente assassinada por uma cacofonia aleatória gerada pelo baralho. Poderá a arte realmente nos ensinar algo sobre um jogo onde o belo é frequentemente derrotado pelo puramente estatístico, ou devemos aceitar que não há beleza alguma no ato de apostar, apenas sobrevivência? Chegamos então ao cerne tático que tanto o aflige, a velha busca pelo Santo Graal das "dicas", que nos força a encarar o conceito tático mais cruel dessas modalidades: o pedrigree da melhor mão possível, ou "The Nuts", e a sua relação com os chamados "blockers". Em 1987, David Sklansky publicou o seu reverenciado "The Theory of Poker", estabelecendo que toda vez que você joga uma mão de forma diferente de como a jogaria se pudesse ver as cartas do adversário, você comete um erro. No Hold'em, essa teoria funciona como uma bússola relativamente estável. Mas, em nome de Sócrates, que utilidade tem essa bússola no PLO6? Quando o bordo apresenta três cartas de copas e você segura não o flush máximo, mas o segundo melhor flush, além de outras quatro cartas periféricas, a sua mão é um tesouro ou uma armadilha mortal habilmente disfarçada? À medida que escalamos do PLO4 para o PLO6, o valor das mãos não absolutas despenca vertiginosamente rumo ao zero. A segunda melhor mão no PLO6 não passa de um passaporte carimbado para a ruína financeira, pois a densidade da distribuição de cartas garante que o adversário quase sempre terá aquilo que representa. E quanto aos bloqueadores? Ter o Ás de copas solitário na mão enquanto o bordo traz três copas permite que você blefe representando o absoluto impossível para o oponente. Carl von Clausewitz, em "Da Guerra" (1832), fala magistralmente sobre a "névoa da guerra", a incerteza intrínseca dos campos de batalha. No entanto, no Omaha moderno guiado por solucionadores matemáticos (solvers), a névoa não advém da falta de informação, mas sim do excesso absoluto dela. Se você sabe que o seu oponente não tem as cartas máximas porque elas estão nas suas mãos mortas, mas você também não tem um jogo real, quem é o verdadeiro prisioneiro dessa informação? Será que a posse desse Ás o transforma em um estrategista genial, ou apenas em um tolo iludido que irá colocar todo o seu patrimônio em um blefe que o seu adversário, inebriado por cartas medíocres, simplesmente não terá a decência intelectual de abandonar? Clausewitz serviria para explicar por que aquele jogador recreativo pagou a sua aposta de três ruas com um mero par de valetes no PLO5? Não há resumo possível para a dor que acompanha a transição pelas modalidades do carteado, assim como não há resposta definitiva para o porquê de insistirmos em nos submeter a essa tortura voluntária. O que você me pede como dicas, a matemática pura e insensível responderia com imperativos frios: no Hold'em jogue a posição e proteja a sua equidade de mãos fortes pré-flop; no PLO4, busque a coesão absoluta, onde todas as quatro cartas trabalhem em uníssono para formar sequências e flushes que suportem os choques do bordo; no PLO5 e PLO6, abandone a esperança se não estiver segurando conexões divinas, descartando pares isolados e draws que não sejam em direção à majestade absoluta do nut. Mas se você adotar essa postura ultra-conservadora que os deuses da probabilidade exigem para o PLO6, jogando apenas mãos primorosamente estruturadas, como você conseguirá extrair valor de oponentes que inevitavelmente perceberão a sua nitidez e fugirão antes que o montante cresça? Se a adaptação perfeita destrói a própria fonte do lucro, não estaríamos diante de um paradoxo irresolvível onde jogar perfeitamente significa, no longo prazo, não ter com quem jogar? Como você pode equilibrar a exigência técnica de possuir o topo absoluto da distribuição estatística no PLO6 com a necessidade psicológica de parecer caótico, humano e, portanto, suscetível ao erro perante os olhos dos seus adversários? O baralho, afinal, recompensa a disciplina férrea ou ele reserva as suas vitórias mais sublimes e inesperadas para aqueles que têm a coragem — ou a completa insensatez — de abraçar o abismo e apostar contra as próprias probabilidades? A mesa está posta, as fichas estão empilhadas, mas eu lhe pergunto: antes de aprender como se joga com duas, quatro ou seis cartas, você já descobriu contra quem você está verdadeiramente jogando quando olha para os adversários e só consegue ver o reflexo dos seus próprios medos na superfície verde do feltro?
Nick: Wavveros
Nick: mitzk
nick: MaestroAzul
vamooooo
Nickname: Trevo@@
REISIGNO
Mas hoje tem mais outros jogos interessantes.
Essa foi outra coisa que ele errou também, ontem Marrocos eliminou a Holanda nos pênaltis.
GL pra todos!! 🍀🔥
Nick: Ranon 77